
Você estudou anos, sabe a gramática, monta a frase na cabeça. E mesmo assim a pessoa do outro lado pede pra repetir. O problema quase nunca é o que você sabe. É um punhado de sons que não existem em português, e ninguém nunca te ensinou a fazer.
Se essas duas soam iguais pra você, é exatamente aí que a aula 01 começa.
Gramática e vocabulário viraram padrão em todo aplicativo de inglês porque são fáceis de pontuar automaticamente. Pronúncia é o que o brasileiro realmente erra, e é justamente o que a sala de aula em grupo não conserta.
Adulto em sala de aula não repete a mesma palavra doze vezes na frente dos colegas. Sozinho, com o próprio celular, repete quantas vezes for preciso. Não existe plateia, então não existe vergonha.
Você não consegue produzir um som que ainda não escuta. Por isso cada aula começa no ouvido, e o microfone só abre depois que você prova que já separa os dois sons.
"78% de precisão" não ensina nada. O app diz qual palavra ele ouviu, qual som escorregou, e o que fazer com a boca na próxima tentativa. Em português.
Toca no microfone e fala a palavra. Sem preparação, sem plateia.
Ele identifica qual das duas palavras parecidas você realmente disse.
Com a correção exata na tela, até sair limpo. Aí a aula segue.
Não por tempos verbais. Por família de erro, porque é assim que os erros aparecem na vida real: sempre os mesmos, sempre pelos mesmos motivos.
A correção automática de pronúncia funciona no Chrome, no computador e no Android. No Safari e no Firefox o app não pontua: ele deixa você gravar e comparar com o modelo, que ajuda, mas não é a mesma coisa. O áudio das palavras hoje é a voz sintética do navegador, e vai ser trocado por gravação de locutor nativo antes de qualquer venda. Quando você usa o microfone no Chrome, o trecho de áudio vai para o Google para ser transcrito. Nada disso fica escondido no rodapé.